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01/07/2013

Redes sociais, parceiras de sua empresa


As redes sociais (Facebook, Twitter e Tumblr) são hoje um universo explorado por grandes companhias. As redes sociais tanto fornecem informações sobre os consumidores, e as tendências do momento, como propagam marcas e produtos por meio de compartilhamentos. O que pouca gente sabe é que este mundo digital em ascensão deve ser explorado também por pequenas e médias empresas do varejo do País.

Especialistas no assunto, reunidos no seminário Redes sociais no varejo: tendências e casos de sucesso, realizado na Fundação Getúlio Vargas (FGV), na Capital paulista, afirmam que todos os tipos de negócios devem aprender a conquistar os consumidores por meio das redes sociais e também a monitorar a satisfação dos seus clientes.

Tudo isso exige, porém, abordagem diferenciada para que a coleta de dados não estruturados se transforme em informações capazes de criar soluções para a empresa e antecipar tendências de mercado. O professor de Recursos Humanos da FGV, Leopoldo Antonio de Oliveira, observou que os dados obtidos nas redes sociais podem indicar caminhos que levem a estratégias de fidelização mais duradouras.

Consumidores – Segundo Oliveira, além de analisar as opiniões dos consumidores, é preciso captar o que o varejo quer e, ao mesmo tempo, o que a marca almeja e precisa. Para atingir este objetivo, o jornalista e diretor da empresa de consultoria Bites, Manoel Fernandes, apresentou no seminário um método de leitura de informações das redes sociais que pode fornecer ao empresário uma visão de como pensam os usuários.

Ele explicou que empreendedores de todos os portes têm à disposição softwares de monitoramento e sistemas de análise – que contextualizam os dados e os interpretam – capazes de garantir uma compreensão do que pensam os clientes internautas. Ele citou um estudo realizado com clientes de cinco redes de supermercados (Pão de Açúcar, Walmart, Carrefour, Zaffari e G. Barbosa) que opinaram sobre elas em redes sociais como o Facebook e o Twitter. No estudo, as empresas obtiveram informações sobre atendimento, preços praticados e percepção da marca e, com estes dados, puderam aperfeiçoar projetos de fidelização dos clientes, além de saber como os concorrentes são avaliados pelos internautas.

Social – O termo 'socialcommerce' é usado por Márcio Borges Malta, gerente de marketing da Lomadee, uma das empresas do grupo Buscapé Company, para definir a modalidade de e-commerce que acontece sempre que o usuário de redes sociais recomenda produtos a amigos que compartilham esta modalidade de relacionamento virtual. Segundo ele, esse é um novo campo de atuação que não pode ser ignorado pelos empreendedores de todos os ramos, pois já há mais de um milhão de sites de empresas que implementaram ferramentas que as ligam ao Facebook no Brasil.

Ele citou, por exemplo, um mecanismo que conta com um botão que permite indicar o que cada internauta deseja, de forma que seus amigos possam visualizar a opção nas redes sociais, e ressaltou a importância da sua adoção pelas empresas de comércio eletrônico, pois sua dinâmica ampliou-se expressivamente com o advento dos celulares.

No momento, 50% do tráfego de acessos e inserções no Facebook é movimentado através do chamado sistema mobile. Utilizar todos estes recursos para engajar o consumidor no cliclo de decisão de compra é o principal esforço dos varejistas virtuais, diz a diretora de vendas do Google Brasil, Claudia Sciama. Para ela, a criação de um "conteúdo adequado aos clientes é fundamental para o comércio online, que deve entreter, educar e inspirar o usuário". Ela enfatizou que tanto no Youtube quanto em outras redes a comunicação correta é decisiva.

 

Veículo: Diário do Comércio - SP



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