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07/01/2013

Mesmo com e-commerce em alta, faltam profissionais qualificados

Com a propagação da internet e o crescente número de usuários na rede, as compras online vêm aumentando expressivamente e fazendo a cabeça dos consumidores. O crescimento anual do e-commerce em torno de 20% a 30% mostra a importância do setor para a economia do país e, no entanto, o mercado sofre com a falta da qualificação profissional.


Em pesquisa realizada pela eMarketer há cerca de um ano, foi apontado que 34% dos usuários de internet no Brasil, ou 23,2 milhões de pessoas iriam fazer pelo menos uma compra online em 2012, e isso significaria em média 23,4 bilhões de reais circulando nesse mercado. E esse número deve ir além em 2013, chegando a 45% de usuários de internet fazendo compras em e-commerce e também um ticket médio de compra mais alto.


As grandes organizações e até mesmo as empresas que são consideradas tradicionais possuem ampla oportunidade de crescimento e expansão com o e-commerce. Segundo Luiz Guilherme Fonseca, analista e consultor de mídias sociais da SODET, essas empresas atualmente já possuem mais de 15% de seu faturamento vindo dessa modalidade de vendas.


"Hoje o e-commerce tem ido além, com o social commerce, que são vendas por redes sociais. Empresas de grande porte como Magazine Luiza já estão nessa modalidade, com uma plataforma que pessoas podem criar suas lojas no Facebook e vender os produtos com todo processo de pagamento e entrega, realizado pela Magazine Luiza; a pessoa vira um vendedor da Marca" explica ele.


No entanto, esse crescimento acelerado pode enfrentar alguns problemas. O consumidor muitas vezes acaba sendo prejudicado e não tendo experiências positivas nas compras que realiza na internet. Segundo Luiz Fonseca, "relatos de experiências negativas vividas por consumidores quando compram pela internet são frequentes, dentre os quais é possível citar atrasos na entrega quanto ao prazo prometido, produtos entregues com avarias, erros de cobrança e cancelamento de pedidos por falta de produtos", afirma.


Esses imprevistos resultam na reputação da marca da empresa e causam decepção e revolta nos consumidores. "Tais situações podem gerar impressões negativas em proporções assustadoras, já que a velocidade de informação e divulgação desse tipo de insatisfação do consumidor é muito mais fácil do que no comércio tradicional", disse Luiz. Para Luiz Fonseca, um dos principais problemas que o mercado encontra é a falta de mão de obra qualificada para atender às demandas.


Tendo em vista que o setor é bastante dinâmico, muitas vezes é difícil encontrar profissionais preparados para fazer um serviço de qualidade. "O problema de mão de obra não está apenas ligado ao e-commerce, mas também em toda área da tecnologia. Existem vagas com altos salários, porém poucas pessoas capacitadas para assumirem essas vagas. Tendo visto que esse mercado é muito dinâmico, é preciso ficar em constantes atualizações e aperfeiçoamento", alerta.


Fonte: Administradores.com


 


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