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16/10/2012

Segurança no comércio virtual


Administrar uma loja virtual é mais complexo do que gerenciar uma loja física. Principalmente por não existir garantias nas transações com cartões de crédito, que, segundo pesquisas, são utilizados em 80% das vendas no e-commerce brasileiro. Hoje, a responsabilidade em detectar os potenciais fraudadores fica com a loja. E não é fácil detectar fraudadores. Por exemplo: se o cliente José da Silva que já comprou com cartão de crédito há dois meses, retorna no seu site realizando uma nova compra e informando um novo endereço de entrega, trata-se do próprio cliente ou de um fraudador que roubou seus dados?

Em muitos casos fica impossível saber se a transação é legitima ou não, mesmo quando o lojista contrata os serviços de um sistema antifraude. Em até 30% dos casos, essa plataforma retorna para o lojista com uma interrogação: "Neste caso, o risco é médio, não podemos ter certeza se é realmente o cliente que está comprando!" A solução para reduzir as fraudes no e-commerce é simples: o lojista virtual precisa seguir o caminho dos bancos, e implementar uma autenticação baseada em alta tecnologia de token para identificar quem é quem nas compras on-line.

São as lojas virtuais e os bancos emissores que devem iniciar o processo de autenticação forte dos usuários na Internet. Devem encorajar seus clientes a utilizar métodos de autenticação mais eficazes e seguros. Já existem soluções no mercado que enviam tokens por SMS em cada transação, e não há dúvida que num futuro próximo o e-commerce vai adotar os mesmos mecanismos dos bancos para se proteger das fraudes, aumentando vendas e reduzindo tempos de análise.(Jean Luc Senac)



Veículo: DCI




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